© 2013 by Litieh. Todos os direitos reservados.

Biografia

     Litieh conduz gritos de poesia musicada através de seu canto, violão e composições. A presença da sua voz é leveza, força, suingue e autenticidade. Assim, cativa seu público. Natural de Quirinópolis/GO, reside em Brasília/Brasil, e leva este país em seu ofício por onde passa. Em processo de finalização do seu próximo álbum, o Komòva (encontro do eu afluindo em vários movimentos), se afina profundamente com este momento, que concentra em expandir a música que faz. O Komòva proporciona um grande encontro musical concebido das influências musicais e contemporâneas sociais. Caminha por entre a música brasileira, o rock, o pop, a música africana e o jazz moderno. É ponte de carinho e ironia.

     O que é inspiração: Elis Regina, Ella, Esperanza Spalding, Gil, Djavan, os Caymmi, Milton e Clube da Esquina, Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Marinês, Clara Nunes, Cazuza, Marina Lima, Caetano Veloso, Rosa Passos, Mariana Aydar.

 

     Já dividiu o palco com Moraes Moreira, Arismar do Espírito Santo, Mestrinho do Acordeon, Renata Jambeiro, Wilson Bebel, Tulio Borges, Rafael dos Anjos, Marcus Moraes e Gabriel Grossi.

 

 

O “Catiré”:

 

     Em 2015, gravou o seu primeiro CD. Lançado em julho do mesmo ano, o álbum foi sucesso de crítica e público, elogiado por artistas como o veterano Arismar do Espírito Santo, o guitarrista candango Pedro Martins e o cancioneiro Tulio Borges. O CD é inspirado em experiências e caminhos percorridos pela artista e traz traços da canção brasileira, do samba, da música mineira, nordestina e do jazz contemporâneo.

      Em 2013 abriu o MPB Petrobrás para os artistas Moraes Moreira e Davi Moraes na Sala Villa-Lobos (TNCS). 

 

     Litieh participou de importantes festivais em Brasília, com canções como "Rosa Maria", "Catiré" e "Beira do Rio". Ganhou com esta última o prêmio de melhor arranjo pela Nacional FM. Em 2017 foi jurada deste mesmo festival, ao lado de músicos como Alberto Salgado, Iara Gomes e Afonso Gadelha.

 

 

 

 

 

 

 

 

1995: Em casa,  com o pai ao violão e o irmão. (Quirinópolis-GO)

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         "Por desfolhar-me é que

eu não tenho fim..."

                   (Cecília Meireles)